19/03/2026 10h53

Espírito Santo é destaque nacional em rendimentos de aplicações financeiras

A Secretaria da Fazenda (Sefaz), por meio do Tesouro Estadual, registrou aumento nos rendimentos financeiros das aplicações das disponibilidades de caixa do Estado entre 2019 e 2025. No período, os valores passaram de R$ 749 milhões ao ano para R$ 1,74 bilhão, evidenciando a evolução na gestão dos recursos públicos.

Em 2022, foi alcançado o maior resultado da série histórica, com R$ 1,78 bilhão em rendimentos. Nos anos seguintes, os valores permaneceram em patamar elevado, indicando estabilidade na administração das disponibilidades financeiras. No acumulado do período, as aplicações financeiras gerenciadas pelo Tesouro Estadual somaram R$ 7,9 bilhões em receitas para os cofres públicos.

No cenário nacional, o desempenho do Espírito Santo também se destaca. Dados do Relatório Resumido da Execução Orçamentária (RREO) mostram que, em 2025, o Estado encerrou o ano na 3ª posição entre as unidades da federação no indicador que relaciona os rendimentos financeiros à Receita Corrente Líquida (RCL), com índice de aproximadamente 6,2%.

Esse percentual indica que os rendimentos obtidos com as aplicações financeiras das disponibilidades de caixa corresponderam a cerca de 6,2% de toda a Receita Corrente Líquida do Estado no período, evidenciando a relevância desses ganhos para o conjunto das receitas públicas.

“Em um ambiente de maior complexidade fiscal, a capacidade de gerar rendimentos sobre disponibilidades temporárias – que são recursos públicos que permanecem em caixa por um período até serem utilizados para pagamento de despesas – fortalece o equilíbrio das contas públicas e cria melhores condições para financiar políticas públicas, investimentos estruturantes e a prestação de serviços à população”, afirmou o secretário de Estado da Fazenda, Benicio Costa.

O subsecretário do Tesouro Estadual, auditor de Finanças Daniel Corrêa, destacou que os resultados estão associados ao aprimoramento contínuo dos processos por parte do Tesouro Estadual e à qualificação técnica das equipes responsáveis pela gestão financeira do Estado. “O trabalho permanente de capacitação e aperfeiçoamento contribui para uma gestão mais eficiente das disponibilidades de caixa, com impactos positivos nos resultados obtidos ao longo dos últimos anos”, ressaltou.

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