Espírito Santo se consolida como referência nacional em excelência na gestão fiscal
O Espírito Santo segue se destacando nacionalmente pela qualidade da gestão fiscal. Dois importantes levantamentos divulgados em agosto confirmaram a posição do Estado entre os que apresentam os melhores resultados do País na administração das contas públicas. Pelo terceiro ano consecutivo, o Espírito Santo conquistou a Nota A+, classificação máxima atribuída pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Além disso, o Estado é primeiro lugar em Solidez Fiscal no Ranking de Competitividade dos Estados, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP).
Os resultados refletem a continuidade de uma política de responsabilidade fiscal que combina equilíbrio das contas públicas, controle do endividamento, capacidade de investimento e transparência na gestão dos recursos. Mais do que reconhecimentos pontuais, as avaliações demonstram a consistência do desempenho fiscal capixaba ao longo dos anos.
Para o secretário de Estado da Fazenda, o auditor fiscal Benicio Costa, a manutenção desses resultados está diretamente relacionada à capacidade do Estado de investir e promover o desenvolvimento econômico e social.
Nota máxima do Tesouro Nacional
Desde que a Secretaria do Tesouro Nacional instituiu a classificação A+, em 2024, o Espírito Santo alcança a nota máxima. O resultado é obtido a partir da combinação de duas avaliações: a Capacidade de Pagamento (Capag), na qual o Estado mantém Nota A há 15 anos consecutivos, e o Ranking da Qualidade da Informação Contábil e Fiscal, no qual também recebeu a classificação máxima em 2026.
A Capag avalia a saúde financeira de estados e municípios com base em três indicadores: endividamento, poupança corrente e liquidez. Na prática, verifica se os governos mantêm suas dívidas sob controle, conseguem equilibrar receitas e despesas e dispõem de recursos para cumprir seus compromissos.
A combinação dessas duas avaliações garante ao Espírito Santo a classificação A+, que reconhece tanto a solidez financeira quanto a qualidade e a transparência das informações fiscais.
A avaliação do Tesouro Nacional também confirmou o cumprimento das metas do Programa de Reestruturação e Ajuste Fiscal do Estado (PAF), que acompanha indicadores relacionados ao endividamento, às despesas com pessoal, à arrecadação, à gestão pública e à disponibilidade de recursos em caixa.
Melhor solidez fiscal do País
O reconhecimento do Tesouro Nacional se soma ao desempenho do Espírito Santo no Ranking de Competitividade dos Estados 2026. Pelo terceiro ano consecutivo, o Estado conquistou o primeiro lugar nacional no pilar Solidez Fiscal, que avalia a sustentabilidade das finanças públicas.
O levantamento do Centro de Liderança Pública (CLP) considera nove indicadores relacionados à gestão financeira dos governos estaduais. O Espírito Santo alcançou a liderança nacional em três deles: Regra de Ouro, Solvência Fiscal e Poupança Corrente. Também conquistou o segundo lugar em Taxa de Investimentos e Gasto com Pessoal.
A primeira colocação em Regra de Ouro demonstra que o Estado não depende de empréstimos para financiar as despesas rotineiras da administração, preservando o endividamento para investimentos que possam gerar benefícios de longo prazo.
Para o subsecretário da Receita Estadual, o auditor fiscal Thiago Venâncio, o equilíbrio das contas públicas também contribui para tornar o Espírito Santo mais atrativo para novos investimentos.
Destaque também em competitividade e infraestrutura
Além da liderança em Solidez Fiscal, o Espírito Santo alcançou a quinta colocação no Ranking Geral de Competitividade dos Estados 2026, avançando duas posições em relação ao ano anterior.
Criado em 2011, o Ranking de Competitividade dos Estados busca avaliar a capacidade dos governos estaduais de promover o bem-estar da população e criar condições favoráveis ao desenvolvimento sustentável.
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